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Ocidentalização das Pálpebras


12/11/2016 | Postado em Colunas

Orientais em busca da Cirurgia de Ocidentalização das Pálpebras no Brasil

A Cirurgia de Ocidentalização que já é popular entre os japoneses e coreanos está em alta entre os chineses

A Ocidentalização das Pálpebras tem sido nos últimos 50 anos, uma das cirurgias estéticas mais procuradas pela população jovem dos países orientais É um verdadeiro modismo os filhos e netos de japoneses, coreanos e chineses optarem pela cirurgia de Ocidentalização das Pálpebras, por estarem insatisfeitos com o formato dos olhos. A pálpebra lisa é uma característica das pessoas originárias do Extremo Oriente.

Como o Brasil é um país conhecido pelo sucesso de suas cirurgias plásticas e neste ano recebeu e ainda vai receber um grande número de turistas, é bem possível que muitos orientais façam essa cirurgia com conceituados cirurgiões brasileiros.

Para se ter uma ideia da importância dessa cirurgia entre os orientais, a ocidentalização estética tem no Japão e na Coréia do Sul a popularidade da lipoaspiração no Brasil.

A cirurgia de pálpebras é possivelmente a cirurgia que evidencia a maior diferença entre ocidentais e orientais. A pálpebra dos orientais difere na espessura da pele, posição da dobra palpebral e, posição dos cílios, já que os orientais sem as “dobrinhas” podem ter os cílios virados para baixo. A cirurgia de ocidentalização é uma das mais procuradas na Coréia do Sul.

Segundo informações do site Jezebel.com, uma em cada cinco mulheres sul coreanas já passaram por algum procedimento cirúrgico estético. A intervenção mais popular é a de “ocidentalização”, em que as pálpebras são modificadas, para que o olho fique mais arredondado. As mulheres asiáticas costumam dizer que a aplicação de cosméticos nesta região resulta em melhor aparência estética.

Esta cirurgia, além do uso estético, também tem a utilidade de correção. As pessoas que nascem sem as dobras nos olhos têm chances de desenvolverem problemas visuais com o decorrer do tempo, devido aos cílios que voltam para dentro dos olhos podendo causar úlcera de córnea, sendo muitas vezes necessária a intervenção cirúrgica.

A Ocidentalização das Pálpebras é uma das cirurgias plásticas mais procuradas não só pelos jovens dos países orientais, mas também por orientais que vivem no Brasil.

O procedimento visa preservar os traços orientais e construir o sulco palpebral superior (ausência de dobra na pálpebra superior), que geralmente fica 5 a 8mm da borda dos cílios, excesso de bolsas de gordura na pálpebra superior e epicanto medial (prega de pele na parte medial do olho).

A cirurgia consiste em retirar parte da gordura existente nas pálpebras superiores e, na maioria das vezes, também de uma tirinha fina de tecido muscular para eliminar o aspecto inchado, típico dos rostos orientais. Depois, é feita uma “dobrinha” em cima dos olhos. Os ocidentais têm naturalmente uma pequena dobra na pálpebra superior, enquanto que 50% dos orientais não. A cirurgia faz a fixação da pele no músculo elevador da pálpebra e tarso, de modo a fazer a dobra e simular a pálpebra ocidental.

O olho oriental também costuma apresentar maior gordura nesta região em relação aos ocidentais, ficando assim com o conjunto ocular mais proeminente. Na maioria dos casos, pode ser interessante retirar um pouco da gordura, mas o mais importante é fazer a dobrinha bem calculada. É importante levar em consideração as características próprias da pele oriental, mais propensa à formação de cicatrizes em forma de quelóides.

É uma cirurgia rápida, de pouco mais de uma hora e não precisa de internação. Logo de imediato já se vê o resultado. Três dias depois começa a retirada dos pontos, que termina em cinco dias. Em uma semana ou um pouco mais, o paciente já pode levar uma vida normal.

Para o conforto psicológico e físico, é comum a procura por esse tipo de procedimento, pois a cirurgia concede ao olhar mais luminosidade, olhos maiores, características comuns do olhar ocidental aumentando a autoestima.

Sobre Dra. Edith Horibe:  é PhD pela Faculdade de Medicina da USP, expoente em Estética Médica e Gestão da Idade.

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